Mosquitolândia

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Editora : Intrínseca

Autor : David Arnold

Edição : 2015

Páginas : 352

Nota : ★ ★ ★ ★ ★

Mary Iris Malone, ou simplesmente Mim, é uma garota de 16 anos que não está nada bem.

Após o divórcio de seus pais, Mim se mudou para uma nova cidade com seu pai e sua madrasta. Esse turbilhão de mudanças ao qual ela está submetida contríbui para que Mim sinta-se cada vez mais deslocada. Além disso, ela visita frequentemente um psicólogo e toma remédios para depressão por pressão de seu pai.

Depois de descobrir que sua mãe está doente, Mim decide que viajará 1.524 km para encontrar sua Mãe em Cleveland.

A história é relatada no estilo “Road trip” e mostra as descobertas da personagem ao longo de sua jornada. Os personagens que a protagonista conhece são extremamente cativantes, e seus destinos se entrelaçam com o da personagem fazendo-a se descobrir cada vez mais a cada página.

O livro tem o foco nas relações familiares, na auto-descoberta pessoal e no poder das segundas chances.

O que achei : Esse livro exerceu uma influência muito positiva sobre mim, pois mostra como às vezes não percebemos o que já temos ao nosso redor e a importância de valorizarmos isso. A leitura fluí muito facilmente, creio que demorei apenas dois dias para finalizar o livro.

Achei sensacional o gosto musical da personagem e as referências a cantores como : David Byrne, Elvis Presley e Jimmy Hendrix.

Mim conta toda história em um caderno, e vez por outra faz representações e esqueminhas representando as situações.

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Apesar do livro mencionar assuntos pesados, David Arnold os relata de forma leve e bem humorada. Esse não é o tipo de livro para fazer o leitor chorar, e sim para o fazer refletir.

Frases Preferidas :

“Todo bom personagem, Isa, seja na página ou na tela, é multidimensional. Os mocinhos não são de todo bons, os vilões não são de todo maus, e não deveria existir qualquer personagem que seja apenas uma coisa ou outra.”

“Acho que o que quero dizer é que aprendi a aceitar minha dor como uma amiga, seja lá qual forma ela assumir. Porque sei que é a única coisa que me diferencia da mais miserável das espécies: os genéricos.”

“Em alguns momentos eu, com toda certeza, cento e dez por cento, sem dúvida alguma, preciso rir de alguma coisa. Porque, se eu não rir, essa coisa vai me fazer enlouquecer de vez.”

“Às vezes, uma coisa só tem validade depois que é dita em voz alta.”

Sem título

 

 

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